sexta-feira, 29 de junho de 2012

Eduardo Lyra

Nascido em Poá (SP), Eduardo Lyra estudou Jornalismo na Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Aos 23 anos, acumula passagens pela Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos e pelo Grupo Mogi News, onde atuou como repórter. Em 2010, foi considerado repórter revelação pelo Instituto Itaú Cultural. No mesmo ano, escreveu “Dialogando com Lideranças”, título do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Nele, o autor ficou frente a frente com personalidades nacionais, como Oscar Niemeyer, Fernando Collor, José Dirceu, Fernando Morais, entre outros. Em 2011, com a colaboração de amigos, fundou o projeto “Gerando Falcões”, com a finalidade de resgatar a autoestima da juventude brasileira, iniciativa que se tornou uma extensão de “Jovens Falcões”.

Cáh: Quem é Eduardo Lyra  (social, profissional, pessoal)?

Social: um cara que quer mudar o mundo. Profissional: sou escritor e jornalista, mas ainda aprendiz, porém trabalho 17 horas por dia. Alguém pode saber mais do que eu, mas não deseja algo tanto quanto eu. Estou sempre disposto a dar a vida por uma idéia. Pessoal: amo minha família perdidamente.




Cáh: Qual a sua maior motivação/inspiração de vida?

Eu acredito que tudo é possível e todo mundo pode. Isso gera uma motivação transformadora. Não vejo nada como impossível. Se algo na minha vida sai errado, não significa que é impossível, apenas, eu não encontrei o caminho certo. E quero passar isso para o maior número de pessoas possível. O jovem pobre, negro, da favela, do morro, precisa saber que não existem limites e ele pode ser seguramente tão grande quanto quiser. Ainda hoje, algum jovem deu certo na vida, mas todos podem. Eu sai da favela, estudei Jornalismo e escrevi dois livros. Se eu posso, todos podem. O jovem tem que ser um sinal de novos tempos para o Brasil e o mundo!



Cáh: É autor dos livros “Dialogando com Lideranças” e “Jovens Falcões”, de onde surgiu a ideia de escrevê-los, e qual foi a maior motivação?

Surgiu do desejo de dar certo na vida e causar uma transformação. Todo mundo quer deixar a sua marca no mundo, enquanto ganha um dinheiro para viver. Consigo, mesmo que ainda de forma sorrateira, fazer as duas coisas. Mas isso não é nem o começo. A coisa vai muito longe...



Cáh: E qual foi a maior dificuldade que enfrentou?

Não é fácil nascer pobre e desejar o pódio no Brasil. Foi difícil não ter grana direito nem pra pagar a faculdade, mas foi mais prazeroso. Quando olho pra trás só posso dizer que valeu a pena. Aliás, sempre vale a pena. Tem muito jovem que podia se tornar presidente, mas preferiu desperdiçar o próprio talento perdendo as chances ou simplesmente, não criando as suas oportunidades.  

Cáh: Em uma oportunidade, vi que fundou o projeto Gerando Falcões, fale um pouquinho mais sobre ele, e de onde surgiu a ideia de cria-lo?
Gerando Falcões atua nas escolas das periferias provando para o jovem que é possível ser. Nasceu junto com o projeto do livro Jovens Falcões.



Cáh: Foi considerado repórter revelação pelo Instituto Itaú Cultural em 2010, nos conte um pouquinho mais sobre isso, e como foi à sensação de poder estar sendo reconhecido pelo seu trabalho:

Foi incrível. Eu decidi competir e isso que fez a diferença. Num dado momento achei que ia perder e não devia participar, mas de repente eu pensei: o não eu já tenho, agora preciso ir atrás do sim. Fui, e deu certo. É sempre melhor tentar. Não podemos aceitar o não tão facilmente. Tem um jeito de fazer dar certo. É só encontrar. Ele pode estar debaixo do seu nariz.



Cáh: Quais os cargos que exerceu até hoje?

Editor-chefe aos 20 anos do Jornal Cenário Notícias. Assessor de Imprensa da prefeitura de Ferraz. Repórter especial do Grupo Mogi News. Fundador do projeto Gerando Falcões e militante da causa jovem no Brasil. E agora, autor da editora Novo Século, mas virão outras coisas em breve, mas sempre com humildade: preciso provar muito. Tem gente fazendo dez vezes mais do que eu. Preciso correr. E você



Cáh: O que mais gosta de fazer no seu tempo livre?

Ler e ouvir as pessoas relatarem como erraram e como deram certo.



Cáh: Cite um filme, uma música, um cantor e uma banda:

Assista o filme Invictus. É a história de um homem que podia odiar, mas preferiu amar. Quem ama vive mais.



Cáh: Qual a maior lição de vida, que leva e gosta de compartilhar com as pessoas ao longo desses anos?

Não importa de onde as pessoas vieram, mas sim para onde elas estão indo. Nunca duvide de um homem, pois de repente a vida muda.

Cáh: Deixe uma mensagem aos leitores do blog, aos amigos, aos admiradores do seu trabalho ....
Na vida é possível comprar muita coisa, mas o tempo voa e não negocia com ninguém, portanto aproveite cada segundo realizando seus maiores sonhos e fazendo outras pessoas sonharem juntas, porque senão, perde a graça e desmorona tudo.  

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